Marco Aurélio Máximo Prado e Igor Ramon Lopes Monteiro discutem a produção colaborativa de conhecimento sobre pessoas trans e travestis. O texto analisa como movimentos sociais e pesquisadores promovem a justiça epistêmica, combatendo a invisibilidade estatal. Ao integrar saberes marginais, os autores propõem políticas de reparação que transformam dados em ferramentas fundamentais de visibilidade e transformação social.

