Marco Aurélio Máximo Prado e Igor Ramon Lopes Monteiro discutem a produção colaborativa de conhecimento sobre pessoas trans e travestis. O texto analisa como movimentos sociais e pesquisadores promovem a justiça epistêmica, combatendo a invisibilidade estatal. Ao integrar saberes marginais, os autores propõem políticas de reparação que transformam dados em ferramentas fundamentais de visibilidade e transformação social.
Pesquisa
SELEÇÃO NUH 02/2024
EDITAL PIBIC/CNPq N.O 05/2024 – PRPq/UFMG O Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT – NUH/UFMG abre seleção para 01 (uma) bolsa de iniciação científica para atuar junto à Pesquisa Nacional: Gênero e Sexualidades nos Processos Criminais e Midiáticos: violências e permanências, financiada pelo CNPq. A pesquisa consiste em mapear a produção de gênero e […]
NOTA CONTRA A CENSURA DA GESTÃO DO INEP DO GOVERNO TEMER À PRODUÇÃO CIENTÍFICA DE PESQUISADORES DO INEP
As Associações Científicas e os Grupos de Pesquisa listados abaixo posicionam-se contrariamente a retirada do ar, no dia 19 de novembro de 2017, da sétima edição do “PNE em Movimento”, publicação científica do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). A publicação intitulada “Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SINAEB). Proposta […]
Professores da UFBA são ameaçados de morte por causa de pesquisas no campo de gênero e sexualidade
Três professores da Universidade Federal da Bahia (Ufba) foram ameaçados – um deles de morte -, recentemente, por conta do teor de pesquisas que desenvolvem dentro da instituição. Além do trio de docentes, uma aluna do mestrado também foi ameaçada dias antes da apresentação de sua dissertação. Parte dos casos foi denunciada pelo reitor da universidade, João […]


