Marco Aurélio Máximo Prado e Igor Ramon Lopes Monteiro discutem a produção colaborativa de conhecimento sobre pessoas trans e travestis. O texto analisa como movimentos sociais e pesquisadores promovem a justiça epistêmica, combatendo a invisibilidade estatal. Ao integrar saberes marginais, os autores propõem políticas de reparação que transformam dados em ferramentas fundamentais de visibilidade e transformação social.
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Psicólogos(as) podem incluir nome social na carteira profissional
Na semana em que se comemora o Dia da Visibilidade Trans, o Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul (CRPRS) realizou a primeira inscrição de psicóloga que terá seu nome social incluído na carteira de identidade profissional. Agnes Vieira, que se formou em Psicologia pela Univates, destaca a importância de as pessoas trans […]

